quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Minha primeira baqueta

Realmente eu não me lembraria o ano exatamente. Mas com certeza foi no final da década de 70 ou começo de 80, quando meu irmão Marcelo depois de voltar do Canadá me apresentou esta maravilha de baqueta.
Notando o estado atual, deu pra ver que realmente eu a usei bastante. Mas depois de um tempo, eu percebi a relíquia que seria e então decidi guardar no estado que se encontrava.
Eu somente iniciei minha carreira de músico graças a meus irmãos Marcelo e Marcos que tocavam bateria muito bem e seria pedir muito para eu não ser um baterista também não acham?
Com 13 anos eu já estava tocando com eles nos trios elétricos de carnaval da vida. Eita tempo bom viu! Eu lembro que eles não me davam moleza não. Se fizesse algo errado me mandavam parar. rs Foi assim que fui aprendendo. E com a influência deles aos poucos fui melhorando e tomando gosto pela coisa, e me dedicando pra caramba.
Eu lembro que como na época não tinha escola de bateria, ou se tinha eu não conhecia. Decidi então fazer minha própria formação. Sabe o que eu fazia?
Montava a batera e do lado um baita som e ficava tocando junto com as músicas das rádios. É. E uma coisa que hoje percebo que me ajudou demais, foi que eu tocava do MPB ao sertanejo, do refinado ao popular, e isso foi me dando uma bagagem rítmica muito diversificada, que no "vamos ver" dos shows, eu me dava bem. E com isso eu comecei muito novo a tocar com músicos mais velhos que eu. E isso era muito, mas muito bom mesmo, porque tocar com músicos melhores que você, te faz correr atrás... estudar... se virar para não fazer feio. rs Tinha o lance das meninas, das paquerinhas... e a gente sempre queria fazer uma graça... rs e a bateria com certeza é um instrumento que chama muita atenção. E hoje posso dizer que graças a bateria estou casado, sou o que sou, e amo minha vida. Pois se não fosse músico, eu não estaria certa data no interior do Rio de Janeiro tocando com o Martin, e não teria conhecido o Astromar de Presidente Prudente/SP... e não teria conhecido o casal lindo Jorginho e Vanessa... e não teria sido padrinho de casamento deles com a Susi, minha querida e maravilhosa esposa.

É... se a música tem caminhos incríveis... imagine a música de Deus.

Apesar de não ter tido nenhum comentário até hoje... o que humanamente me incomoda bastante... rs... sigo firme meu propósito que é partilhar um pouco de minhas andanças... e isso está sendo muito legal pra mim também, porque vou relembrando coisas que não pensava a muito tempo. Valeu! Volto logo moçada.
paz e música

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Bandas continuando

Bem, nessa época a banda da Igreja estava bem atuante, e os conflitos de horários de ensaio com a banda secular começaram a complicar as relações, porque os ensaios eram realizados em minha casa, tipo um porão, e sempre começava com a banda da Igreja... quando o ensaio começava a fluir eu gritava: " - ACABOOOOOOOOOOOOU!". hehehehehe
É que a outra banda estava chegando e claro, minha meta ainda era a banda secular. E então o pessoal do ministério de música da igreja ficava meio bravo comigo. Naturalmente! Mas eu sendo filho da Tia Lolita... rs... eles acabavam engolindo essa situação e esperando o próximo ensaio. Meu Deus. Quanta história vivíamos.
Bem... pela estrada da música secular eu toquei com muita gente legal graças a Deus. Que apesar de bebidas, drogas etc... sempre me respeitavam muito. Era com certeza Deus me protegendo.
Toquei em todo tipo de evento. Bares, bares, bares e mais bares. De Franca e região. Toquei muito também em boates, aniversários, casamentos, festas em geral, e alguns shows no teatro municipal de Franca. Que tempo mais delicioso. Sempre digo aos músicos, principalmente os bateristas, que eu aprendi a tocar tocando. Claro! Você só aprende tocando, errando, dando umas cabeçadas... e 99% do que aprendi a tocar, foi graças ao que tocava nas músicas seculares. Na música católica não existia simplesmente NADA que eu pudesse me espelhar na época. Hoje é outro papo, mas naquela fase da vida... sem chances. A música católica no Brasil não estava nem engatinhando ainda. Apesar do Hallel já ser uma realidade, ainda as bandas eram muito fracas para que pudessem ser um referencial. Então os meus maiores mestres da batera foram: Larry Mullen Jr (U2), João barone (Paralamas) e Serginho (Roupa Nova). Depois fui pra São Paulo estudar com o grande Duda Neves. Um excelente batera que me alinhou muito em diversos defeitos que vamos adquirindo com o tempo. Um grande cara que me ensinou demais!
Bem... jájá conto mais coisas. Fiquem com Deus.
paz e música

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Bandas...

Nossa... nos vários anos de música eu realmente não me lembro quantas bandas fiz parte... mas vou tentar lembrar aqui.

Começei com uma banda (foto) formada por mim na batera, o Rodrigo (guitarrista) e o Paulinho (baixo). Veja o estado da bateria. E o som então. hehehehehehe Começamos animando festas de 15 anos e algumas boates.

Ficamos algum tempo tocando juntos, com outras formações. O nome se não me engano era SDS (Só Deus sabe). Verdade. Era o nome que usávamos. Hoje vendo creio que não era um nome mto legal certo?!
Depois dessa banda começei a tocar em barzinhos junto com o João. Eu tocava violão e às vezes baixo. O ritmo quem fazia era o Japonês... um tecladinho que tinha uns ritmos débeis mas que dava pro gasto na época. E estou falando de uns 20 anos atrás.
Nessa épocaeu já tocava com a banda da Igreja, que no início tinha o nome estusiasmático de "Rebanho Apaixonado". rsrsrsrsrsr Era isso mesmo. Mas... a gente não sabia ainda dar nome nas coisas. Depois de uns anos essa banda da Igreja, que na verdade era um ministério de música, mudamos o nome para "Água Viva"... mas logo descobrimos que já existiam uns 385 outros grupos cristãos com esse nome. Depois de mto tempo ainda usando este nome eu sugeri o nome de "Taus", oriundo do Tao dos franciscanos. A dúvida do Alexandre (guitarrista) era que teria medo do povo chamar a gente de os Taus... rs... mas graças a Deus o nome pegou e com o tempo se tornou uma banda bem conhecida em termos de Brasil.
Voltando às bandas de rock secular... Depois de algum tempo resolvemos juntar um grupo de músicos que tocavam bem, mas que não tinham uma banda. Aí formou-se a banda... que não me lembro o nome, mas que era dignamente composta por: Caquinho Engler (guitarra), Marcelo Zanetti (baixo), Marquinho Greco (teclado), João Carlos (cantor) e eu na batera. Aí sim ficamos um tempo bem legal tocando em vários tipos de eventos. Vários mesmo!
Depois dessa formação me integrei à Banda Antena Alta formada pelo Don (violões), Glauco (guitarra), Márcio França (baixo), Marcos... (teclado) e eu. Era uma banda de composições próprias. Fizemos algum sucesso viajando por festivais na região e tocávamos muito em Franca também.

Bem... jájá conto mais.

PS - Na foto a primeira banda de garagem. (nov/85)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Há algum tempo.

Foi mais ou menos aos meus 13 anos de idade um grupo de "músicos"... quer dizer... uma turma que tocava violão e cantava nos grupos de oração de Franca me convidaram para entrar pro ministério de música para tocar bateria. Como eu já tinha uma banda de fundo de quintal que animávamos algumas festas na época... eu encarei. Meio sem entender e saber de nada nada, o que era ser servo de Deus. É claro que minha família era meu sentido, minha direção que mostrava sempre que estar perto das coisas de Deus era essencial, mas o motivo de eu tocar com aquela banda secular meio louca... não me impediria de aprender a ser um servo nas mãos d'Ele. Então... com muita paciência de ambos os lados, meu, do ministério de música e da banda secular, fomos aprendendo dia/dia como nos comportar.

Então o tempo foi passando, muita coisa acontecendo... que vou contando aqui aos poucos.

Acho que essa foto aí é da época que eu começei a estudar violão. Uns 9 anos mais ou menos. Tirada e revelada pelo meu irmão Marcelo.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Iniciando...

Bem... em primeiro lugar quero dizer que não tenho grandes pretensões neste blog... apenas imagino um espaço para que possa testemunhar um pouco minha vida missionária e poder contar com a participação de tantas pessoas que Deus vai me apresentando nesta incrível jornada. Aguardo vocês para dicas, sugestões, partilhas e testemunhos junto comigo ok?
paz e música