quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Depois de alguns meses...


Oi gente.
Estive fora do ar por algum tempo.
Mta correria com mta coisa, que não sei se me ajudarão a ir pro céu, mas... correria.
Nestes últimos tempos estive indo atrás de coisas que eu Maurinho músico nunca imaginaria um dia. Grife Hallel.
Isso mesmo. Estive nestes últimos meses cuidando de cada detalhe do nascimento dessa nova maneira do Hallel evangelizar que são as lindas roupas desenvolvidas com muito carinho para que o Hallel se firme também como uma marca de roupa. Um dos intúitos desse projeto, é que nossas roupas cheguem a pessoas que não são evangelizadas, pois a linguagem que estamos adotando é algo um pouco diferente. Em breve estaremos com nossa loja piloto em Franca vendendo todo material durante todo o ano. Graças a Deus foi um projeto que desde sua apresentação teve uma aceitação muito legal da diretoria do Hallel, pois é uma forma do nome Hallel estar presente durante todo o ano. Bem... mta coisa ainda temos a viver, mas o que importa é que já não é mais um projeto... a coisa já aconteceu e está acontecendo, pois estaremos presentes com a loja itinerante Hallel em todos os eventos com a marca Hallel, para disponibilizar toda a linha para os apaixonados pelo nosso evento, e também pela qualidade, pois tudo é feito com muito zelo e profissionalismo.
Se tiver alguma sugestão de modelo, alguma idéia brilhante que possa acrescentar com a Grife Hallel, por favor... poste aqui que terei o maior prazer em ler e ver sua dica.
Fiquem todos com Deus. Volto em breve.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Padre?


Olá minha gente.

Olha... eu já tinha passado várias coisas nessa vida por causa da minha missão de músico... mas como esta fazia algum tempo que não acontecia algo sequer parecido. rs

Sempre estamos em contato com produtoras para organizar alguns eventos, ou shows, ou para fazer contatos das bandas pro tocar no Hallel. E alguns enganos engraçados sempre costumam acontecer... afinal somos humanos e isso é natural.

Agora o que me aconteceu essa semana foi muito engraçado.

Vejam o início do e-mail que recebi de uma produtora que não fui autorizado a falar para não queimar o filme. E claro que nunca falaria pq com certeza eu também já devo ter feito muitas coisas parecidas por aí.

Vamos ao cabeçalho do e-mail:

"Prezado Pe. Maurinho !! Bom dia! Sua benção!
Venho através deste e-mail..." etc etc etc.


Padre foi demais não é?
Achei muito engraçado pq me fez lembrar de algumas coisas que só o Hallel é capaz de possibilitar.
Bem... acho melhor não contar porque vocês achariam que estou falando de outro planeta.

Fiquem todos com Deus e querida produtora... isso aqui é só uma brincadeira viu. Nada de processos por favor. rs

terça-feira, 10 de março de 2009

Férias... enfim férias.




Gente do céééééééééééééééééééééééééééééu. Férias deveriam ser obrigatórias não acham?

A gente camela o ano inteirinho... e muitas vezes não sobra dindin pra fazer aquele passeio que nossa alma, corpo e mente necessitam.

Graças a Deus eu tenho uma sogra maravilhosa que nos proporcionou essa linda viagem a terra de Santa Catarina. Apesar de vermos tantas coisas tristes que aconteceram por lá, também pudemos desfrutar um pouco do clima da região.
Eu, minha esposa Susi (foto) juntamente com meu cunhado Elinho e sua esposa Cláudia, saímos de Astorga - PR e fomos para a cidade de Sombrio. Uma pequena, mas deliciosa cidade litorânea que fica muito próximo ao Rio Grande do Sul. Isso ajudou também, porque v sabe... alegria de pobre... rs Choveu pra caramba. Ficamos 7 dias e choveu apenas em 5,5. Média boa não acham? rs
Mas como descobrimos por lá, o importante é saber aproveitar tudo o que a vida, e naquela situação o CLIMA permitia.
O Manuel, namorado de minha sogra Silena, nos levou para conhecer lugares impressionantes que existem ali na região. Foi muito gostoso cada momento, e sem reclamações, nos adaptarmos a deixar a idéia de praia de lado, e apreciarmos as belezas naturais daquela região. Fomos até para a cidade de Gramado imaginem. Coisa chic demais. Na foto, estamos em uma galeria muito famosa que se chama... hum... ah... só sei que é muito famosa, pois, fica em frente aquele famoso teatro onde acontecem aquelas famosas entregas dos prêmios para televisão. Sei que sabem do que estou falando.
Bem, essa partilha eu estava devendo ha algum tempo viu, pois preciso me reacostumar a postar aqui. Sei que Deus pode falar em coisas pequenas, e para mim essa viagem foi isso... estar aberto ao novo sem reclamar e saborear com todo gosto o que era possível vivermos ali.
E confesso que foi muito mais gostoso do que se tivéssemos ficado toda a semana tomando sol e tal. Nós viajamos juntos, rimos, contamos piada, jogamos baralho, partilhei muitas coisas com minha esposa, pois novas situações e locais, muitas vezes nos fazem acertar alguns detalhes... e para nós foi tempo de crescimento também.
Bem amigos (as)... esse post ficou meio curto, mas prometo que logo estarei aqui contanto mais algumas peripécias ligadas a minha missão por este mundo de meu Deus... ops... nosso Deus.
Um forte abraço.
paz e músi

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Minha primeira baqueta

Realmente eu não me lembraria o ano exatamente. Mas com certeza foi no final da década de 70 ou começo de 80, quando meu irmão Marcelo depois de voltar do Canadá me apresentou esta maravilha de baqueta.
Notando o estado atual, deu pra ver que realmente eu a usei bastante. Mas depois de um tempo, eu percebi a relíquia que seria e então decidi guardar no estado que se encontrava.
Eu somente iniciei minha carreira de músico graças a meus irmãos Marcelo e Marcos que tocavam bateria muito bem e seria pedir muito para eu não ser um baterista também não acham?
Com 13 anos eu já estava tocando com eles nos trios elétricos de carnaval da vida. Eita tempo bom viu! Eu lembro que eles não me davam moleza não. Se fizesse algo errado me mandavam parar. rs Foi assim que fui aprendendo. E com a influência deles aos poucos fui melhorando e tomando gosto pela coisa, e me dedicando pra caramba.
Eu lembro que como na época não tinha escola de bateria, ou se tinha eu não conhecia. Decidi então fazer minha própria formação. Sabe o que eu fazia?
Montava a batera e do lado um baita som e ficava tocando junto com as músicas das rádios. É. E uma coisa que hoje percebo que me ajudou demais, foi que eu tocava do MPB ao sertanejo, do refinado ao popular, e isso foi me dando uma bagagem rítmica muito diversificada, que no "vamos ver" dos shows, eu me dava bem. E com isso eu comecei muito novo a tocar com músicos mais velhos que eu. E isso era muito, mas muito bom mesmo, porque tocar com músicos melhores que você, te faz correr atrás... estudar... se virar para não fazer feio. rs Tinha o lance das meninas, das paquerinhas... e a gente sempre queria fazer uma graça... rs e a bateria com certeza é um instrumento que chama muita atenção. E hoje posso dizer que graças a bateria estou casado, sou o que sou, e amo minha vida. Pois se não fosse músico, eu não estaria certa data no interior do Rio de Janeiro tocando com o Martin, e não teria conhecido o Astromar de Presidente Prudente/SP... e não teria conhecido o casal lindo Jorginho e Vanessa... e não teria sido padrinho de casamento deles com a Susi, minha querida e maravilhosa esposa.

É... se a música tem caminhos incríveis... imagine a música de Deus.

Apesar de não ter tido nenhum comentário até hoje... o que humanamente me incomoda bastante... rs... sigo firme meu propósito que é partilhar um pouco de minhas andanças... e isso está sendo muito legal pra mim também, porque vou relembrando coisas que não pensava a muito tempo. Valeu! Volto logo moçada.
paz e música

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Bandas continuando

Bem, nessa época a banda da Igreja estava bem atuante, e os conflitos de horários de ensaio com a banda secular começaram a complicar as relações, porque os ensaios eram realizados em minha casa, tipo um porão, e sempre começava com a banda da Igreja... quando o ensaio começava a fluir eu gritava: " - ACABOOOOOOOOOOOOU!". hehehehehe
É que a outra banda estava chegando e claro, minha meta ainda era a banda secular. E então o pessoal do ministério de música da igreja ficava meio bravo comigo. Naturalmente! Mas eu sendo filho da Tia Lolita... rs... eles acabavam engolindo essa situação e esperando o próximo ensaio. Meu Deus. Quanta história vivíamos.
Bem... pela estrada da música secular eu toquei com muita gente legal graças a Deus. Que apesar de bebidas, drogas etc... sempre me respeitavam muito. Era com certeza Deus me protegendo.
Toquei em todo tipo de evento. Bares, bares, bares e mais bares. De Franca e região. Toquei muito também em boates, aniversários, casamentos, festas em geral, e alguns shows no teatro municipal de Franca. Que tempo mais delicioso. Sempre digo aos músicos, principalmente os bateristas, que eu aprendi a tocar tocando. Claro! Você só aprende tocando, errando, dando umas cabeçadas... e 99% do que aprendi a tocar, foi graças ao que tocava nas músicas seculares. Na música católica não existia simplesmente NADA que eu pudesse me espelhar na época. Hoje é outro papo, mas naquela fase da vida... sem chances. A música católica no Brasil não estava nem engatinhando ainda. Apesar do Hallel já ser uma realidade, ainda as bandas eram muito fracas para que pudessem ser um referencial. Então os meus maiores mestres da batera foram: Larry Mullen Jr (U2), João barone (Paralamas) e Serginho (Roupa Nova). Depois fui pra São Paulo estudar com o grande Duda Neves. Um excelente batera que me alinhou muito em diversos defeitos que vamos adquirindo com o tempo. Um grande cara que me ensinou demais!
Bem... jájá conto mais coisas. Fiquem com Deus.
paz e música

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Bandas...

Nossa... nos vários anos de música eu realmente não me lembro quantas bandas fiz parte... mas vou tentar lembrar aqui.

Começei com uma banda (foto) formada por mim na batera, o Rodrigo (guitarrista) e o Paulinho (baixo). Veja o estado da bateria. E o som então. hehehehehehe Começamos animando festas de 15 anos e algumas boates.

Ficamos algum tempo tocando juntos, com outras formações. O nome se não me engano era SDS (Só Deus sabe). Verdade. Era o nome que usávamos. Hoje vendo creio que não era um nome mto legal certo?!
Depois dessa banda começei a tocar em barzinhos junto com o João. Eu tocava violão e às vezes baixo. O ritmo quem fazia era o Japonês... um tecladinho que tinha uns ritmos débeis mas que dava pro gasto na época. E estou falando de uns 20 anos atrás.
Nessa épocaeu já tocava com a banda da Igreja, que no início tinha o nome estusiasmático de "Rebanho Apaixonado". rsrsrsrsrsr Era isso mesmo. Mas... a gente não sabia ainda dar nome nas coisas. Depois de uns anos essa banda da Igreja, que na verdade era um ministério de música, mudamos o nome para "Água Viva"... mas logo descobrimos que já existiam uns 385 outros grupos cristãos com esse nome. Depois de mto tempo ainda usando este nome eu sugeri o nome de "Taus", oriundo do Tao dos franciscanos. A dúvida do Alexandre (guitarrista) era que teria medo do povo chamar a gente de os Taus... rs... mas graças a Deus o nome pegou e com o tempo se tornou uma banda bem conhecida em termos de Brasil.
Voltando às bandas de rock secular... Depois de algum tempo resolvemos juntar um grupo de músicos que tocavam bem, mas que não tinham uma banda. Aí formou-se a banda... que não me lembro o nome, mas que era dignamente composta por: Caquinho Engler (guitarra), Marcelo Zanetti (baixo), Marquinho Greco (teclado), João Carlos (cantor) e eu na batera. Aí sim ficamos um tempo bem legal tocando em vários tipos de eventos. Vários mesmo!
Depois dessa formação me integrei à Banda Antena Alta formada pelo Don (violões), Glauco (guitarra), Márcio França (baixo), Marcos... (teclado) e eu. Era uma banda de composições próprias. Fizemos algum sucesso viajando por festivais na região e tocávamos muito em Franca também.

Bem... jájá conto mais.

PS - Na foto a primeira banda de garagem. (nov/85)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Há algum tempo.

Foi mais ou menos aos meus 13 anos de idade um grupo de "músicos"... quer dizer... uma turma que tocava violão e cantava nos grupos de oração de Franca me convidaram para entrar pro ministério de música para tocar bateria. Como eu já tinha uma banda de fundo de quintal que animávamos algumas festas na época... eu encarei. Meio sem entender e saber de nada nada, o que era ser servo de Deus. É claro que minha família era meu sentido, minha direção que mostrava sempre que estar perto das coisas de Deus era essencial, mas o motivo de eu tocar com aquela banda secular meio louca... não me impediria de aprender a ser um servo nas mãos d'Ele. Então... com muita paciência de ambos os lados, meu, do ministério de música e da banda secular, fomos aprendendo dia/dia como nos comportar.

Então o tempo foi passando, muita coisa acontecendo... que vou contando aqui aos poucos.

Acho que essa foto aí é da época que eu começei a estudar violão. Uns 9 anos mais ou menos. Tirada e revelada pelo meu irmão Marcelo.