
Oi gente.
Estive fora do ar por algum tempo.
Mta correria com mta coisa, que não sei se me ajudarão a ir pro céu, mas... correria.
Nestes últimos tempos estive indo atrás de coisas que eu Maurinho músico nunca imaginaria um dia. Grife Hallel.
Isso mesmo. Estive nestes últimos meses cuidando de cada detalhe do nascimento dessa nova maneira do Hallel evangelizar que são as lindas roupas desenvolvidas com muito carinho para que o Hallel se firme também como uma marca de roupa. Um dos intúitos desse projeto, é que nossas roupas cheguem a pessoas que não são evangelizadas, pois a linguagem que estamos adotando é algo um pouco diferente. Em breve estaremos com nossa loja piloto em Franca vendendo todo material durante todo o ano. Graças a Deus foi um projeto que desde sua apresentação teve uma aceitação muito legal da diretoria do Hallel, pois é uma forma do nome Hallel estar presente durante todo o ano. Bem... mta coisa ainda temos a viver, mas o que importa é que já não é mais um projeto... a coisa já aconteceu e está acontecendo, pois estaremos presentes com a loja itinerante Hallel em todos os eventos com a marca Hallel, para disponibilizar toda a linha para os apaixonados pelo nosso evento, e também pela qualidade, pois tudo é feito com muito zelo e profissionalismo.
Se tiver alguma sugestão de modelo, alguma idéia brilhante que possa acrescentar com a Grife Hallel, por favor... poste aqui que terei o maior prazer em ler e ver sua dica.
Fiquem todos com Deus. Volto em breve.




Foi mais ou menos aos meus 13 anos de idade um grupo de "músicos"... quer dizer... uma turma que tocava violão e cantava nos grupos de oração de Franca me convidaram para entrar pro ministério de música para tocar bateria. Como eu já tinha uma banda de fundo de quintal que animávamos algumas festas na época... eu encarei. Meio sem entender e saber de nada nada, o que era ser servo de Deus. É claro que minha família era meu sentido, minha direção que mostrava sempre que estar perto das coisas de Deus era essencial, mas o motivo de eu tocar com aquela banda secular meio louca... não me impediria de aprender a ser um servo nas mãos d'Ele. Então... com muita paciência de ambos os lados, meu, do ministério de música e da banda secular, fomos aprendendo dia/dia como nos comportar.